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Lançamento de produtos, embalagens temáticas e verde-amarelas, campanhas com jogadores e promoções aquecem vendas

Na África do Sul, (acima) as makarapas, capacetes usados nas minas, são pintadas com as cores de times de futebol. No Rio, a Lealtex espera vender 6 mil metros de tecido

Gillette, Bom Ar Airwick, Axe e Guaraná Antarctica ganham edição limitada.

A Copa do Mundo na África do Sul vai garantir um segundo verão para boa parte das empresas brasileiras. Com produtos temáticos e um alto investimento em marketing, a expectativa é que as vendas ligadas ao evento tenham um avanço de até 20%, dependendo do setor. A lista de novidades é grande. Vai de cadeados e barbeadores verde-amarelos a guaraná com açaí e purificador de ar.
Para a Associação de Marketing Promocional (Ampro), o setor, que engloba ações em pontos de venda, promoções e eventos, crescerá 10%, faturando R$29,2 bilhões. Com o Mundial, os brindes, diz a Associação Nacional dos Fabricantes de Produtos Promocionais (Approm), já movimentam 20% mais este ano. As receitas podem chegar a R$7 bilhões.
E as empresas apostam pesado. Só a Unilever investiu R$22 milhões em novas fragrâncias e embalagens alusivas à Copa para as marcas Rexona e Axe. O Bob’s acabou de criar uma campanha promocional, ao custo de R$3 milhões. E por R$2 milhões a Reckitt Benckiser, detentora de marcas como Veja e Vanish, desenvolveu uma embalagem com as cores do Brasil para Bom Ar Airwick, aparelho que libera spray aromatizante continuamente no ar. A Papaiz quer fazer de seus cadeados coloridos amuletos para o campeonato.
— A Copa é uma campo de oportunidades. As pessoas querem fazer parte do evento, por isso os produtos temáticos são importantes — diz Auli Dvitto, vice-presidente da Ampro.
Gaetano Lops, diretor-geral da Rio360, uma das principais empresas de eventos do país, lembra que o número de eventos será grande este ano:
— O faturamento deve subir 80%, e o quadro de funcionários, dobrar.
Um dos setores mais beneficiados é o de bebidas. O otimismo é tamanho que Renato Estevão, diretor-comercial da Rexam, lembra que ouviu de um cliente que “a Copa será o 13º mês”. As vendas podem subir 8%:
— Todos os nossos clientes terão bebidas alusivas aos jogos. Ao todo, serão mais de 20.

 

Vendas aumentam com avanço do Brasil na Copa

     A Brahma, marca que patrocina a Copa na África do Sul, acaba de contratar o reserva da Seleção Brasileira Daniel Alves para estrelar seus comerciais. A empresa já tem Dunga, Cafu e Júlio César. Além disso, as latas terão novo visual e serão produzidas na Alemanha para permitir imagem em alta definição.

     A Copa é um segundo verão. Serão ações em 400 mil pontos de venda — revela Marcel Marcondes, diretor de marketing da Brahma.
O Guaraná Antarctica aproveita o evento para reforçar sua linha de produtos, com o lançamento de uma versão com açaí. Além disso, a marca vai lançar duas latas temáticas: uma como o brasão da Seleção e outra com sua nova campanha de marketing, que aposta num grito de torcida. Segundo a associação do setor, o segmento deve crescer por volta de 10%.

     Vamos contar com Dunga em nossos comerciais — adianta Sérgio Esteves, diretor de marketing da marca.
Mas a torcida vai além da paixão pelo país, já que as vendas aumentam conforme a Seleção avança no campeonato. A Lealtex, empresa que vende tecidos em 21 lojas no Rio, espera vender até seis mil metros, 20% a mais que em 2006. Mas Guilherme Leal, diretor comercial da companhia, afirma que tudo vai depender da Seleção:

     Durante os jogos, muitas vendas vão acontecendo. Se o Brasil sair no meio ou no início, acreditamos que sejam vendidos até cinco mil metros. Se chegar à final, serão seis mil metros.
Na maior fábrica de bandeiras da América Latina, a Bandeirart, na Grande São Paulo, deixa-se de vender 20% com uma eliminação precoce da Seleção. Segundo Jarbas Souza Lima, diretor de marketing da empresa, todo o tecido é feito com fibras PET, seguindo a linha ecologicamente correta. A Copa representa 30% dos negócios no ano. Para Jarbas, será preciso contratar:

     No varejo, os negócios só estão começando. As empresas já programaram muitas coisas. Como esse é um negócio que depende muito do desempenho da Seleção, os pedidos vão acontecendo durante o Campeonato. Por isso, é preciso ter muito estoque. Hoje, já temos 40% da demanda em nossos galpões.
Além do setor têxtil, a indústria de papel está confiante. A gráfica WalPrint, que faz tabelas com os Jogos da Copa, banners e bandeirolas, espera um crescimento adicional de 5% no faturamento deste ano só com o efeito da Copa. No setor de cosméticos, a Jequiti criou a linha Toque do Brasil, com óleo corporal e lápis de olho. A Colônia Be, cujos produtos são vendidos em perfumarias, espera vendas 30% maiores com as colônias das cores do Brasil.
Nas TVs, mais novidades. A Net terá um canal só em alta definição. E o Walmart espera alta de 40% nas vendas de aparelhos com a tecnologia.

     Para Luis Cassio de Oliveira, diretor-executivo de marketing da Visa, as transações com cartão de crédito e débito terão forte aumento. Ele diz que já foram emitidos, com Bradesco e Banco do Brasil, mais de dois milhões de cartões alusivos à Copa.

Jornal: O Globo
Editora: Economia
Autor:
Bruno Rosa
Data: 28/03/2010

 

Em ano de Copa do Mundo, empresas dão salto de 20% nos negócios

RIO - A Copa do Mundo na África do Sul vai garantir um segundo verão para boa parte das empresas brasileiras, como mostra matéria de Bruno Rosa, publicada na edição deste domingo, no GLOBO. Com produtos temáticos e um alto investimento em marketing, a expectativa é que as vendas ligadas ao evento tenham um avanço de até 20%, dependendo do setor. A lista de novidades é grande. Vai de cadeados e barbeadores verde-amarelos a guaraná com açaí e purificador de ar.

     Para a Associação de Marketing Promocional (Ampro), o setor, que engloba ações em pontos de venda, promoções e eventos, crescerá 10%, faturando R$ 29,2 bilhões. Com o Mundial, os brindes, diz a Associação Nacional dos Fabricantes de Produtos Promocionais (Approm), já movimentam 20% mais este ano. As receitas podem chegar a R$ 7 bilhões.

     E as empresas apostam pesado. Só a Unilever investiu R$ 22 milhões em novas fragrâncias e embalagens alusivas à Copa para as marcas Rexona e Axe. O Bob's acabou de criar uma campanha promocional, ao custo de R$ 3 milhões. E por R$ 2 milhões a Reckitt Benckiser, detentora de marcas como Veja e Vanish, desenvolveu uma embalagem com as cores do Brasil para Bom Ar Airwick, aparelho que libera spray aromatizante continuamente no ar. A Papaiz quer fazer de seus cadeados coloridos amuletos para o campeonato.

     A Copa é uma campo de oportunidades. As pessoas querem fazer parte do evento, por isso os produtos temáticos são importantes - diz Auli Dvitto, vice-presidente da Ampro.    

     Gaetano Lops, diretor-geral da Rio360, uma das principais empresas de eventos do país, lembra que o número de eventos será grande este ano:

     O faturamento deve subir 80%, e o quadro de funcionários, dobrar.
Um dos setores mais beneficiados é o de bebidas. O otimismo é tamanho que Renato Estevão, diretor-comercial da Rexam, lembra que ouviu de um cliente que "a Copa será o 13 mês". As vendas podem subir 8%:

     Todos os nossos clientes terão bebidas alusivas aos jogos. Ao todo, serão mais de 20 rótulos no país.
Vendas aumentam com avanço do Brasil na Copa

     A Brahma, marca que patrocina a Copa na África do Sul, acaba de contratar o reserva da Seleção Brasileira Daniel Alves para estrelar seus comerciais. A empresa já tem Dunga, Cafu e Júlio César. Além disso, as latas terão novo visual e serão produzidas na Alemanha para permitir imagem em alta definição.

     A Copa é um segundo verão. Serão ações em 400 mil pontos de venda - revela Marcel Marcondes, diretor de marketing da Brahma.

     O Guaraná Antarctica aproveita o evento para reforçar sua linha de produtos, com o lançamento de uma versão com açaí. Além disso, a marca vai lançar duas latas temáticas: uma como o brasão da Seleção e outra com sua nova campanha de marketing, que aposta num grito de torcida. Segundo a associação do setor, o segmento deve crescer por volta de 10%.


 

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